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Destaque

O
Projeto Brasileiro
Projeto
Peixes, Pessoas e Águas
Nos próximos
meses, AquaNews trará histórias de Belo Horizonte à Bella Coola,
a medida em as equipes canadenses e brasileiras obtêm o melhor de
ambos os países para manter a pesca artesanal e de pequena escala
no mapa.
Selecione
uma história:
Conexão
de Mexilhões no Brasil 30 Agosto, 2004
O pulo do surubim: peixes brasileiros recebem ajuda para transpor
barragens 22 Junho, 2004
Policiamento
para a pesca é Mais do que Apenas Dizer Não 16 Janeiro, 2004
Canadá
e Brasil Juntam Forças em Pesca de Rios 24 Novembro, 2003
Conexão
de Mexilhões no Brasil
30 Agosto,
2004
Por
Theo Harvey, especial
para AquaNews
Mexilhões
dourados introduzidos no Brasil ameaçam devastar ecossistemas
aquáticos.
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Uma tela infestada
com mexilhões dourados em uma hidrelétrica no
Brasil.
Foto:
M. Rolla. |
Uma espécie
introduzida é como um vírus. Ela encontra seu caminho
em um ecossistema hospedeiro - muitas vezes com a ajuda humana –
e multiplica-se, frequentemente incapacitando o ambiente que o alimenta.
O melhor
exemplo conhecido de uma espécie introduzida em águas
norte americanas é o mexilhão zebra, que rapidamente
tornou-se um desastre ambiental nos Grandes Lagos, multiplicando
em formas de grandes tapetes que obstruem as entradas de água
e ocasionam danos aos sistemas de refrigeração industriais.
Mas, no
Brasil, se você abre uma torneira em um reservatório
de uma hidrelétrica e só obtém um filamento
de água, isso é cortesia da Limnoperna fortunei, o
mexilhão dourado. Há dez anos, esse pequeno pelecípode
pegou carona de Hong Kong para a Argentina, preso em um navio de
carga – um esconderijo comum para clandestinos. As larvas
do mexilhão nadaram em direção as águas
argentinas quando o navio descarregou a sua carga asiática
de lastro, e agora está no sistema do Rio Paraná no
Brasil e – como um vírus – ameaça se espalhar.
O mexilhão
dourado causa vários problemas, incluindo o sufocamento de
espécies pelecípodes nativas e a ingestão de
plâncton suficiente para mudar um ecossistema inteiro. Com
o tempo, essas pragas podem afetar fazendas de peixes, o sistema
de água potável do município, a irrigação
e qualquer indústria que utilize água doce para refrigeração.
A contenção
ainda nem foi tentada e é uma grande preocupação
ambiental em um país com rios navegáveis longos e
estreitos com bacias hidrográficas que estão a uma
distância muito pequena uma das outras.
Atualmente,
a indústria hidroelétrica é a que mais se encontra
em situação de risco no Brasil. A grande represa de
Itaipu no Rio Paraná já está infestada, assim
como três represas menores ao longo do rio, e técnicos
da represa também encontraram mexilhões no Rio Paranaíba.
Infelizmente, as chances de mais invasões são consideráveis.
Com o objetivo
parcial de transferir conhecimentos canadenses que possam melhorar
o tratamento de água no Brasil, o Projeto
Peixes, Pessoas e Águas tem gerado oportunidades para
que peritos brasileiros e canadenses pensem juntos e planejem um
plano para manter o mexilhão dourado na baía.
O primeiro
passo foi o de Márcia Divina Oliveira da EMPRAPA (uma organização
federal de pesquisa brasileira) estar presente na 12a Conferência
Internacional de Espécies Invasivas aquáticas de Windsor,
Ontário. Lá, ela aprendeu vários métodos
de tratamento de água de lastro a fim de interromper qualquer
migração satisfatória de mexilhões –
nenhuma que fosse economicamente viável o bastante para ser
instalada em grande escala no Brasil.
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| Um
motor de barco incrustado com mexilhões dourados no
lago Guiaba, Brasil.
Fonte:
www.way.com.ar/~invasion/ Portugues/AmbNat.htm |
Enquanto
o mexilhão dourado se espalha via pesca local e barcos de
turistas, Oliveira acredita que podem invadir a bacia Amazônica
por meio de águas de lastro. Para extirpar mexilhões
que já estão estabelecidos em instalações
industriais, Oliveira aprendeu sobre métodos de controle,
desde tratamentos termais e clorização até
disparo de crtuchos de dióxido de carbono congelado.
Em seguida,
Projeto Peixes convidou Renata Claudi, uma consultora canadense,
para fornecer assistência técnica na avaliação
e controle dos mexilhões que obstruem as instalações
hidroelétricas. Suas descobertas também indicam um
problema crescente. Atualmente, um sistema de clorização
foi instalado numas das unidades da represa de Itaipu como um esforço
de pesquisa, mas Claudi acredita que o sistema de injeção
de cloro, em conjunto com os filtros auto-limpantes, precisa ser
instalados por toda a represa.
De acordo
com Claudi, a propagação do mexilhão vai depender
da prevenção da interligação das bacias
hidrográficas, regulação do estoque de peixes
e tráfego de barcos, utilização de anti-aderente
no casco de barcos e o tratamento da água de lastro.
Quanto
a ações mais imediatas, World
Fisheries Trust (WFT) acredita que os melhores resultados podem
vir dos esforços de Maria
Edith Rolla da Companhia Elétrica de Minas Gerais (CEMIG),
uma das maiores hidroelétricas do Brasil e um parceiro no
projeto CIDA.
Em conseqüência
do investimento do projeto, Rolla está agora oferecendo cursos
para agências governamentais sobre o retardamento da multiplicação
dos mexilhões dourados, assim como está traduzindo
para o português o livro de Renata Claudi sobre controle de
mexilhões. Ela também planeja divulgar e oferecer
cursos para o público em geral.
A conscientização
é um grande tema para o Projeto Peixes, Pessoas e Água,
e, no caso de mexilhões dourados, onde controles técnicos
ainda estão sendo discutidos, essa pode ser a ferramenta
mais poderosa da qual dispomos.
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| Ostras
nativas brasileiras infestadas com mexilhões dourados.
Fonte:
Dreher et al, Brazilian Zoological Review 20 (1), 2003. |
Há
um excelente mapa animado sobre a invasão do mexilhão
dourado no Brasil em: http://www.way.com.ar/%7Einvasion/Portugues/HisDistr.htm
O pulo do surubim: peixes brasileiros recebem ajuda para transpor
barragens
22
de junho, 2004
Por Brian Harvey, Presidente da World Fisheries Trust
Especial para AquaNews
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| Uma
imponente vista da barragen de Itaipu no Brasil, vista do
justante.
Photo:
Brian Harvey |
O
problema de barramentos
Para
peixes que necessitam ir rio acima e rio abaixo, barragens criam
um dilema óbvio: eles ficam no caminho. Grandes peixes migratórios
não podem alcançar seus lugares de desova rio acima,
e, mais do que nunca, seus filhotes não conseguem voltar
rio abaixo para se alimentarem e crescerem.
Usando a combinação de estações de alevinagen
e escadas para peixes, biólogos e engenheiros da América
do Norte, Europa e Japão minimizaram os efeitos das barragens
na migração dos peixes. No Brasil, entretanto, um
país com uma grande quantidade de barragens, a eficácia
das pisciculturas não está comprovada para a maioria
de peixes migratórios e as poucas escadas para peixes que
foram testadas nos últimos anos são pequenas e não
têm sido monitoradas com atenção.
Itaipu é diferente. A Itaipu Binacional, que se localiza
no meio do Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai,
é a maior barragen do mundo - pelo menos até que a
represa “Three Gorges” da China esteja totalmente cheia.
Em 1996, a companhia anexou a maior passagem de peixes do mundo,
o “Canal da Piracema” – uma combinação
única de rio natural, canal de concreto e uma longa série
de enormes degraus no vasto reservatório de Itaipu acima
da barragem.
Mas isso funciona? Oficiais de Itaipu perceberam que a maioria das
espécies locais poderiam percorrer pelo menos parte do caminho
rio acima. Mas, e as sete espécies mais comercializadas?
Essas são algumas das espécies que o Projeto, Peixes,
Pessoas e Águas da World Fisheries Trust (WFT) tem se dedicado.
Em Janeiro de 2004, uma grupo Brasil-Canadá se reuniu em
Itaipu durante o período de desova para implantar minitransmissores
de sinais de rádio em peixes migratórios e observar
a extensão do canal que poderia ser realmente navegada pelos
peixes.
Até
agora tudo bem
A
equipe que se reuniou na Estação de Piscicultura de
Itaipu em Janeiro de 2004 coletou seis espécies de peixes
na entrada do canal e implantou cirurgicamente bulbosas mini- radiotransmissores
enquanto os peixes dormiam pacificamente sob a influência
do cheiro doce do óleo de cravo-da–índia, um
anestésico orgânico para peixes. Logo que acordavam,
eles eram liberados no canal, logo abaixo de uma longa série
de degraus de concreto que conduzem ao reservatório. Receptores
foram montados acima e abaixo do local da liberação
e os investigadores começaram a coletar dados sobre os movimentos
dos peixes.
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Um
surubim com um radiotransmissor.
Foto:
Lisiane Hahn |
O
que houve? Todos os peixes sobreviveram às operações
e muitos subiram pelo menos em parte o Canal de Piracema. Melhor
ainda, as duas mais importantes espécies migratórias
de longa distância - um deles o bagre surubim que pode atingir
mais de 1,20 m - realmente fizeram todo caminho acima do canal e
do reservatório. Isso é uma boa notícia para
o projeto da WFT e para todos que se interessaram nos efeitos das
barragens sobre esse importante grupo de peixes.
Pela
primeira vez, pesquisadores e oficiais da hidroelétrica tiveram
evidência de que pelo menos parte da passagem realmente funciona;
os bagres podem subir degraus! E, como na maioria das pesquisas
preliminares, muitas questões tentadoras foram levantadas.
Por que, por exemplo, dois surubins permaneceriam em um lago por
uma semana e, de repente, subiriam rio acima juntos, na ausência
de gatilhas ambientais que supostamente “deveriam” sinalizar
o início da sua jornada? Estudos complementares objetivam
achar a resposta.
Próximos
passos
 |
| A
escada de peixes ajuda os peixes migratórios na transposição
dessa secção do Canal da Piracema.
Foto:
Karl English |
Os
testes em Itaipu não são os primeiros com radiotransmissores
em peixes migratórios brasileiros, mas eles alcançaram
exatamente o que Projeto, Peixes, Pessoas e Águas esperava.
Primeiro, pesquisadores brasileiros e canadenses trocaram experiências
técnicas e treinamento incalculáveis. Lisiane Hann,
da Universidade de Maringá, conduziu às experimentações
e está agora no Canadá para analisar os dados e adquirir
maiores habilidades que usará para sua pesquisa de doutorado.
Segundo, os encorajadores resultados preliminares asseguraram o
entusiasmo e a continuidade do suporte financeiro da própria
organização de Itaipu. Finalmente, os laços
entre pesquisadores, indústria e pescadores foram fortalecidos.
Isso é uma grande contribuição em um país
com muitas represas grandes e uma mudança bem-vinda contra
a velha busca de culpados.
Para
saber mais, contate Lisiane
Hanh ou Yogi Carolsfeld,
ou visite o website World Fisheries
Trust.
Policiamento
para a pesca é mais do que apenas dizer não
Submetida:
16 Janeiro, 2004
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Herb Redekopp do
DFO (à direita) com representante da Federação
dos Pescadores, Sr. Raimundo (à esquerda), Marcelo
Coutinho do IEF e o Capitão Arley Ferreira.
Foto: Brian Harvey. |
O Projeto
Peixes, Pessoas e Águas, um projeto conjunto canadense-brasileiro,
atacou o problema da regulamentação da pesca nos rios brasileiros,
logo antes do natal. O coordenador canadense do projeto, o World
Fisheries Trust, convidou uma equipe de policiais florestais,
pescadores, técnicos legisladores, para uma visita de observação
prática sobre o policiamento de pesca da Columbia Britânica (BC).
A legislação
de pesca é difícil de ser seguida em qualquer lugar. Alguém pode
pescar em barcos ou a pé, e o fazer por motivos que vão desde pegar
alguns peixes por lazer, passando por ter de alimentar toda uma
família, até mesmo ser o comandante de um grande navio de pesca
comercial.
Na costa
oeste do Canadá, o Departamento de Pescas e Oceanos mantem uma grande
divisão de fiscalização para ter sempre um olho em um prato cheio
da pesca marinha de salmões, groundfish, moluscos, a lista é longa.
Mesmo com equipamentos modernos, ainda assim o trabalho dos fiscais
é duro e depende tanto das habilidades pessoais quanto de um dispositivo
estado-da-arte de posicionamento global no barco.
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Polícia
Ambiental Brasileira fiscalizando a pesca no rio Taquari no
Pantanal.
Foto: Brian Harvey. |
O quê acontece
no Brasil, onde a pesca de pequena e a de larga escala se distribuem
ao longo de milhares de quilômetros de rio? Como fiscalizar a pesca
quando as regulamentações, em si, ainda são um trabalho em desenvolvimento,
desesperadamente necessitando ter um embasamento confiável na pesquisa?
Como mediar uma cooperação entre proprietários de terras, industriais
e fazendeiros, e pescadores esportivos e pesca de subsistência e
ambientalistas - todos sendo esses fatores com importantes papéis
na vida de rio sul-americano?
Fisheries
and Oceans Canada, um dos parceiros canadenses do WFT nesse
projeto deu as boas vindas aos visitantes com uma apresentação sobre
logística e equipamento em Victoria pelo Fiscal de Larry Paike,
e o WFT os levou para ver o Programa Justiça Restaurativa das Primeiras
Nações acontecendo mais ao norte na ilha de Vancouver.
O destaque
foi uma discussão de meio dia em duas embarcações de fiscalização,
organizado pelo chefe de fiscalização do baixo Fraser - Herb Kopp.
Herb carregou dois botes com sete brasileiros com frio e os levou
em uma turnê elucidativa pelo baixo rio Fraser que incluiu descrições
fascinantes de tratamentos de resíduo, discussões sobre regulamentações
da pesca na vida real e como elas mudam com colaboração dos usuários,
e uma visita de fiscalização a um "índio musqueam" ou a um pescador
do bando de índios Musqueam, onde o Sr. Raimundo representando os
pescadores do rio São Francisco pescou, pela primeira vez, um salmão.
Esta viagem
foi útil ou apenas um passeio? Certamente, os barcos canadenses
são maiores e mais bem equipados do que os do Brasil. Equipamento,
porém, não é a mensagem verdadeira. Para os brasileiros, o grande
passo adiante foi ver como os pescadores canadenses estão envolvidos
na elaboração e fiscalização das regulamentações, e como todas as
partes envolvidas com os recursos têm concordado em sentar-se à
mesa. Para pessoas como o Sr. Raimundo e o Capitão Arley Ferreira,
que coordenam uma fiscalização no alto São Francisco, essa é uma
mensagem que vale qualquer número de toucas ou jaquetas emprestadas.
Canadá
e Brasil juntam forças sobre pescas de rio
Submetido:
24 de novembro, 2003
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Pescador com um
dourado, Pirapora. Foto: Brian Harvey. |
A
Pesca de Rio em Crise
Quando a maioria
das pessoas pensa em Brasil, elas pensam em praias ensolaradas.
Mas é o rio em Brat que alimenta as pessoas, principalmente milhares
de pequenas pescas artesanais em uma estonteante variedade de grandes
peixes migratórios de longa distância.
Infelizmente,
décadas de desmatamentos, poluição, desenvolvimento industrial e
implementação de barragens têm levado a um declínio das populações
de peixes, conflitos sobre a legislação e alocação de pesca, e levou
a reações por partes das comunidades de pescadores.
Projeto
Peixes, Pessoas e Águas
Um novo projeto
canadense-brasileiro de $ 6.9 milhões (dólares canadenses) está
atacando o problema de declíneo da pesca e das comunidades de pescadores
no Brasil.O Projeto Peixes, Pessoas e Águas enfoca a bacia do rio
São Francisco nas regiões áridas do nordeste e
centro-oeste do país. O projeto visa criar e implementar um modelo
de gerenciamento sustentável e participativo do rio.
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Pescadores iniciam
o trabalho no Rio das Velhas. Foto: Brian Harvey. |
A Agência
Canadense de Desenvolvimento Internacional (CIDA) está
contribuindo com $3 milhões para o Projeto Peixes, Pessoas e Águas,
que se entenderá até 2006. O parceiro líder canadense é o World
Fisheries Trust , sendo as operações brasileiras coordenadas
pela Universidade
Federal de São Carlos e pela Federação de Pescadores
Artesanais de Minas Gerais.
O World
Fisheries Trust irá trabalhar com um grande número de parceiros
canadenses e brasileiros, representando comunidades, governo, academia,
indústria e ONGs. O Projeto Peixes, Pessoas e Águas está centrado
em torno da cidade de Três
Marias , no estado de Minas Gerais.
Não
apenas Peixes, mas Pessoas Também
O projeto
é único em equilibrar tecnologias de pesca propriamente ditas com
um componente social significativo. Em outras palavras, ele não
cuida apenas de estoques ameaçados de peixes, mas também da vida
das pessoas que dependem deles. Portanto, nos próximos três anos,
o WFT e seus parceiros não irão apenas rastrear peixes migratórios
em rios pardos ou tentar ajudá-los a vencer barragens de hidrelétricas,
eles também irão ajudar as comunidades ribeirinhas e agregar valor
ao seu pescado ou a trabalhar por melhores legislações de pesca
que sejam justas para todos.
E uma conscientização
pública sobre a pesca brasileira é também um objetivo maior do projeto,
uma das razões pelas quais o Vancouver Aquarium é
um parceiro canadense oficial.
Para
mais informações
Para saber
mais sobre o Projeto Peixes, Pessoas e Águas, visite o website World
Fisheries Trust's ou entre em contato com:
No
Canadá:
Brian
Harvey, Ph.D.
Presidente
World
Fisheries Trust
204-1208
Wharf St.
Victoria,
B.C.
Canada
V8W 3B9
Email:
bharvey@worldfish.org
No
Brasil:
Maria
Inês Rauter Mancuso
Universidade
Federal de São Carlos
Núcleo
de Pesquisa e Documentação
Rodovia
Washington Luis (SP-310), Km 235 São Carlos - São Paulo, Brasil
CEP 13565-905
Email:
npd@power.ufscar.br
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